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Extensão

Projeto “ventre livre” teve encerramento com encontro de mulheres

Criado: Segunda, 17 de Junho de 2019, 10h52 | Última atualização em Terça, 25 de Junho de 2019, 07h54

O evento reuniu participantes do projeto e mulheres da comunidade

Professora Suzane em sua apresentação
Professora Suzane em sua apresentação

No último sábado, dia 15, foi realizado na quadra do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) o I Encontro de Mulheres do projeto de extensão Ventre Livre, promovido pela professora de educação física do IFG-câmpus Cidade de Goiás, Suzane Ribeiro. Além das apresentações de dança do ventre do grupo, foi servido um café da manhã e realizado um debate com a participação de Elenísia da Mata do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM) e de Daniella Miranda da Secretaria de Saúde, com o tema: “O corpo da mulher: entre violência e liberdade”.

“Precisamos construir um outro jeito de falar sobre nós mulheres, romper com alguns discursos e comportamentos que limitam nossas vidas. Cada mulher que, em seu cotidiano, faça uma escolha que não seja apenas servir alguém, que no cuidado com seu filho o ensine a fazer as tarefas domésticas, já está promovendo uma pequena revolução”, ressaltou Elenísia da Mata que trabalha no atendimento a vítimas de violência doméstica há vários anos. Ela também falou sobre os tipos de violência e divulgou os aparelhos públicos de atendimento à mulheres em situação de vulnerabilidade que estão disponíveis na cidade.

Daniella Miranda, psicóloga da secretaria de saúde, falou sobre o trabalho voltado para saúde da mulher desenvolvido no município como o grupo de mães e o pré natal que objetiva evitar os transtornos mentais relacionados com a maternidade. “Nós nos transformamos no encontro, essas conversas são transformadoras inclusive para mim que aprendo muito com vocês também”.

A professora Suzane contou sua história de vida relacionada com a dança do ventre e com seus estudos acadêmicos, como foi importante para sua autoestima continuar a dançar. “Precisamos gostar da gente e às vezes é muito difícil diante dos padrões estéticos que a mídia nos impõe, mas dançar significa ficar feliz comigo mesmo. Ter força e energia pra enfrentar tudo, e isso pode ser pra qualquer mulher, qualquer tipo de corpo, de qualquer idade, é preciso se permitir ser feliz.”

O projeto de extensão “Ventre Livre: mulher, dança e poesia” encerrou as atividades do primeiro semestre, mas no próximo voltará como projeto contemplado pelo último Edital nº 003/2019 da Proex, com apoio financeiro. As inscrições devem iniciar no mês de agosto e haverá vagas para comunidade externa.

 

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Comunicação Social/câmpus Cidade de Goiás

 

 

 

 

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