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Exposição

Galeria de Artes e Ofícios do IFG Aparecida recebe exposição de fotografia “Captando Danças”

Criado: Segunda, 05 de Novembro de 2018, 17h40 | Última atualização em Terça, 13 de Novembro de 2018, 11h21

A autora do trabalho é Amanda Pascoal, aluna no curso de Pedagogia Bilíngue do IFG

Amanda Pascoal (centro), com os curadores Ítalo Augusto de Castro e Ilâne Nunes
Amanda Pascoal (centro), com os curadores Ítalo Augusto de Castro e Ilâne Nunes

Foi aberta nesta segunda-feira, 5 de novembro, na Galeria de Artes e Ofícios (GalO) do IFG – Câmpus Aparecida de Goiânia, a exposição “Captando Danças”. Fotografias do projeto de mesmo nome mostram movimentos presentes em danças e ações cotidianas em ruas, feiras, igrejas, escolas e outros lugares. As fotografias são de autoria da fotógrafa Amanda Pascoal, que tem 19 anos e é estudante do curso de Licenciatura em Pedagogia Bilíngue no IFG. O projeto tem curadoria do arquiteto e urbanista Ítalo Augusto de Castro, que é também graduando do curso de Artes Visuais da UFG; e de Ilâne Nunes, estudante do curso de Artes Visuais na mesma instituição.

Estudantes e professores do IFG Aparecida prestigiaram a inauguração da mostra, que permanece na GalO até o dia 13 de novembro, no horário de 12h30 às 20h30 de segunda a sexta-feira, e das 8 às 12 horas no sábado. A exposição seguirá, então, para o Instituto Tecnológico do Estado de Goiás (ITEGO) Luiz Rassi, no bairro Buriti Sereno (19 a 26/11); CEU das Artes Orlando Alves Carneiro, no setor Cidade Vera Cruz (3 a 10/12); escolas e espaços onde acontece formação na área da arte. Todos em Aparecida de Goiânia.

A responsabilidade social também compõe a programação do projeto Captando Danças, que receberá visitas da Associação Pestalozzi de Goiânia – CAE Peter Pan; da Apae – Aparecida de Goiânia; do Curso de Pedagogia Bilíngue do IFG Aparecida e deficientes visuais da Associação dos Deficientes Visuais do Estado de Goiás (ADEVG). Amanda Pascoal conta que está gravando um convite em Libras para a comunidade surda e que as visitas dos cegos contarão com audiodescrição das imagens.

 

Olhar o cotidiano

Na abertura da mostra, Amanda Pascoal falou ao público presente sobre seu envolvimento com a fotografia, que começou por hobby e que começou a fazer mais sentido a partir de 2014, quando, fazendo um curso de extensão em dança, começou a fotografar o próprio grupo que integrava e que estava precisando de um profissional da área para o registro das imagens. O grupo hoje é o Corpo Composto, que se solidificou como importante equipe de dança contemporânea adolescente do IFG. Para Amanda, a fotografia hoje faz parte de sua vida e corresponde a um elo entre todas as suas singularidades: a dança, a pedagogia, o crescimento pessoal e profissional.

Amanda destaca o importante papel da fotografia para o exercício do olhar sobre o cotidiano. “Eu vejo tudo como um espetáculo”, afirma, referindo-se a cada particularidade dos fatos, seja um ensaio, a espera do público para uma apresentação ou mesmo os elementos de uma feira ou de um cenário artístico. Os curadores Ilâne e Ítalo falaram de seu trabalho como orientadores, mas destacando que o olhar que captou as imagens da mostra é todo de Amanda. A fotógrafa e os curadores agradeceram o apoio da coordenadora do curso de Licenciatura em Dança, professora Rousejanny Ferreira, para realização do trabalho.

O projeto Captando Danças tem apoio do Fundo de Cultura do Estado de Goiás e busca fortalecer a linguagem da fotografia artística e da dança praticada pelos públicos jovens na cidade de Aparecida de Goiânia (GO). Amanda Pascoal conta que, após a aprovação do projeto em março/2018, começaram seus estudos e pesquisas sobre Dança e Fotografia, passando então para o trabalho de registro das imagens. O projeto inclui ainda a criação de um catálogo impresso, para compartilhar o trabalho com espaços de formação em arte e educação da cidade e de Goiás.

 

Captando Danças

 05/11 até 13/11 -Galeria Galo,  Instituto Federal de Goiás – Campus Aparecida

15h – Coquetel de inauguração e fala da responsável pelo projeto Amanda Pascoal

Exposição: segunda a sexta das 12h30 às 20h30 e sábado, das 8h às 12h. 

Av. Universitária Vereador Vagner da Silva Ferreira, Quadra 1, Lote 1-A, S/N - Parque Itatiaia,

 

19/11 até 26/11 - ITEGO Dr. Luiz Rassi 

Rua Resende - Jardim Buriti Sereno

Exposição: Segunda à sexta 8h às 12h e 14h às 18h

 

03/12 até 10/12 - CEU das Artes - Conjunto Vera Cruz II

Av. V-005, s/n - Cidade Vera Cruz, Aparecida de Goiânia

Exposição: Segunda à Sábado  8h às 12h e 14h às 18h

 

Conheça os envolvidos:

 Amanda Pascoal, 19 anos, acadêmica em Pedagogia Bilíngue no Instituto Federal de Goiás (IFG) – Câmpus Aparecida de Goiânia. Amanda está fazendo este curso porque para ela é a resposta de uma oração e realização de um sonho antigo. Fotografa desde 2014 e, a partir de então, a fotografia tem proporcionado muito aprendizado em sua vida. Começou a dançar por causa da sua melhor influenciadora, sua irmã, e também porque tinha muita curiosidade pela dança. No IFG, fez balé e dança contemporânea. Parou por um tempo e neste ano voltou para o balé. Para Amanda, dança e fotografia são duas belas artes e fazer a junção disso e mostrar que elas estão presentes em nosso cotidiano muito mais que pensamos e de diversas formas será incrível // @amandapascoalss.

Ítalo Augusto de Castro é arquiteto e urbanista graduado pela Universidade Estadual de Goiás (UEG), graduando do curso de Artes Visuais Licenciatura pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e fotógrafo por interesses próprios. Em seus trabalhos mescla suas pesquisas em torno dos estudos de corpo, gêneros, visualidades e narrativas com fotografia.

Ilâne Nunes cursa Artes Visuais Bacharelado pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e desenvolve sua pesquisa artística tendo como principal suporte a fotografia. Atua como fotógrafa, no desenvolvimento de material gráfico/publicitário e na área de arte educação. Olhando o mundo pelas laterais e pelos entre lugares, busca na fotografia a potência poética de narrativas. Investiga deslocamentos identitários, situados por deslocamentos internos e externos, tendo como ponto de enunciação a fronteira, um espaço de constante trânsito // @ilane.n

 

Imagens

 

Coordenação de Comunicação Social e Eventos / Câmpus Aparecida de Goiânia, com informações da assessoria de imprensa do projeto “Captando Danças”

 

 

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