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Certificação

Projeto Meninas Cientistas certifica 32 alunas participantes em 2019

Criado: Quarta, 04 de Dezembro de 2019, 18h53 | Última atualização em Quarta, 18 de Dezembro de 2019, 16h39

Cerimônia de certificação foi precedida de Feira de Ciências promovida pelo projeto

imagem sem descrição.

Em uma Cerimônia de Certificação cheia de emoção, o projeto Meninas Cientistas encerrou mais uma etapa do projeto, com 32 concluintes de três escolas públicas de Uruaçu. "Eu tive muitas experiências marcantes com essas meninas, o aprendizado vai para as comunidades que elas integram mas fica conosco também", conta a professora e coordenadora do projeto, Lidiaine Santos, que recebeu homenagem das colegas integrantes do projeto durante a cerimônia. 

Também foram homenageadas as professoras das três escolas parceiras que acompanharam as alunas durante todo o projeto. As homenageadas foram Marília Regis Vieira, do Colégio Joana Darc, Judite Luiz Teles, do CAEE Betinho, e Nilda Gomes de Lucena, da Escola Eneas Fernandes. 

"Participar desse projeto abriu um horizonte de oportunidades para essas meninas, um mundo novo de coisas que elas não conheciam", declara a professora do Betinho, Judite Luiz Teles. "Os experimentos de química , o contato com os robôs, os laboratórios de construções, são coisas que elas nunca tiveram e que despertou um interesse que antes não existia", destaca. 

A professora ainda revela que, antes do projeto, os estudantes do Betinho não tinham qualquer perspectiva de estudar no IFG, mas que isso mudou. "Elas não acreditavam que podiam vir a estudar no IFG, elas achavam a Instituição muito distante da realidade delas", conta Judite Luiz. "Agora elas já pensam muito diferente, o IFG se tornou muito mais mais acessível e é uma opção certa", esclarece. 

Trabalho sobre tratamento de esgoto na Feira de Ciências

 

Os certificados foram entregues pelas estudantes do Câmpus Uruaçu que foram responsáveis por ministrar os três módulos de oficinas para as participantes do projeto - química, robótica e construções. Para a estudante de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Amanda Evelly, as participantes tiveram um grande progresso ao longo do projeto, que ajudou a mostrar o potencial dessas meninas.

"Algumas delas vinham de um contexto social onde elas não sabiam sequer ligar um computador", diz Evelly. "E hoje elas conseguem fazer experimentos químicos, operar robôs e trabalham com construções, o crescimento delas é muito claro", aponta a estudante. 

Competição de pontes de palitos de picolés.

 

Antes da Certificação, o projeto realizou uma Feira de Ciências com alguns dos trabalhos das concluintes. Merece destaque a competição das pontes de palitos de picolés, última etapa do terceiro módulo de oficinas do projeto, sobre construções civis. A ponte vencedora da competição suportou o total de 18 quilos antes de ceder. As pontes das demais equipes suportaram 5, 9, 10 e 17 quilos. 

 

Comunicação Social/Câmpus Uruaçu.

 

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