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CEFET agora é Instituto Federal de Goiás

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                A educação profissional e tecnológica brasileira vive um momento de transformação. No dia 28 de dezembro de 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei nº 11.892 que instituiu, no Sistema Federal de Ensino, a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. A mesma lei criou os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, instituições de ensino base da Rede Federal, formados a partir dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets), das escolas federais agrotécnicas e das escolas técnicas vinculadas a universidades.

Como parte deste processo de transformação, o Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás (CEFET Goiás), desde o dia 30 de dezembro de 2008, transformou-se no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, autarquia com campus em Goiânia, local também da Reitoria, Jataí, Inhumas, Itumbiara e Uruaçu e com expansão prevista para as cidades de Anápolis, Formosa e Luziânia.

A transformação dos Cefets em Institutos Federais – dez anos depois que foram criados a partir das escolas técnicas federais – ocorreu em função da necessidade de adequação à nova realidade da Rede Federal de Educação Profissional e ao estatuto atribuído aos Institutos Federais, que terão plena autonomia administrativa, financeira e pedagógica, equiparando-se às universidades federais.

Não se trata, portanto, apenas de uma mudança de nome. A referida lei criou os 38 Institutos Federais no Brasil, como autarquias com autonomia administrativa, financeira e pedagógica. Ao mesmo tempo, a lei definiu o perfil dos Institutos Federais e definiu o papel social que eles devem cumprir para o desenvolvimento do País e, principalmente, da região e do local onde estão instalados. 

Os Institutos Federais vão oferecer educação integrada do ensino médio à pós-graduação, com ênfase para o ensino técnico integrado ao ensino médio, para os cursos superiores de tecnologia, para as engenharias e também para as licenciaturas nas áreas das ciências naturais e das disciplinas técnicas e/ou profissionalizantes.  Apesar de se equipararem às universidades federais, terão papel social diferenciado, ficando com a responsabilidade de ofertar pelo menos 50% de suas vagas para o ensino médio profissional e continuam a atuar em modalidades da educação básica como a educação de jovens e adultos.

O Estado de Goiás foi contemplado com dois Institutos: o Instituto Federal de Goiás, formado pelo CEFET Goiás, e o Instituto Federal Goiano, formado pela fusão do Cefets de Rio Verde e de Urutaí e da Escola Agrotécnica Federal de Ceres.

O Instituto Federal de Goiás vai continuar mantendo a tradição da Escola Técnica Federal de Goiás e do Cefet Goiás de oferecer educação pública, gratuita e de qualidade para os jovens e os trabalhadores do Estado.  O reconhecimento do governo brasileiro de que a educação profissional é estratégica para o desenvolvimento social, científico, tecnológico e econômico do país vai permitir ao Instituto Federal de Goiás ampliar sua inserção social e contribuir para o pleno desenvolvimento do Estado e de seu povo. Neste ano em que a Rede Federal de Educação Profissional completa cem anos, a inserção social, a democratização do conhecimento e a emancipação do cidadão são os princípios que norteiam o Instituto Federal de Goiás.


Acesse:

 

- Lei dos Institutos Federais (Lei nº 11.892/2008)

- Lista dos Institutos Federais e seus campi

- Portaria de nomeação dos reitores pro tempore